segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Razão e Sensibilidade

Let me not to the marriage of true minds
Admit impediments.
Love is not love
Which alters when it alteration finds,
Or bends with the remover to remove;

O no! it is an ever-fixed mark
That looks on tempests and is never shaken;

It is the star to every wandering bark,
Whose worth’s unknown, although his height be taken.
Love’s not Time’s fool, though rosy lips and cheeks

Within his bending sickle’s compass come:

Love alters not with his brief hours and weeks,

But bears it out even to the edge of doom.
——
If this be error and upon me proved,
——
I never writ, nor no man ever loved.

(William
Shakespeare - Soneto 116)

Talvez você não conheça o título Razão e Sensibilidade. Talvez você nunca tenha ouvido falar de Jane Austen. Mas eu estou feliz e vou falar sobre isso!

Então tem esse filme passando na TV um dia desses. Razão e Sensibilidade ele se chama, li a sinopse, achei bom, resolvi assistir. Eu adoro filmes de época, tanto quando a época é o passado quanto quando a época é o futuro. Enfim, eu amei o filme e sempre que passa na TV eu quero assistir; mas desde a primeira vez que assisti eu sabia que era adaptado de um livro da Jane Austen e desde a primeira vez eu quis ler o livro.

Agora ouço falar de um outro filme de época que vai estreiar no cinema. Se chama Orgulho e Preconceito e mais uma vez é adaptado de um livro de Jane Austen. Adivinha? Arrasto minha mãe para o cinema e a gente assiste. Mais uma vez eu adorei o filme, não tanto quanto Razão e Sensibilidade, mas também gostei.

Há muito tempo eu queria ler Jane Austen. Se você procurar para saber mais dela, ela é uma grande escritora britânica, como o escritor cujo soneto abre o post. Então, depois de tantos anos: taram! Comprei um livro dela. O meu preferido, até agora, Razão e Sensibilidade.

Provavelmente eu vou ser a única aqui em casa a ler o livro. Acontece que meus pais e irmãos odeiam o filme Razão e Sensibilidade, e odiaram o filme Orgulho e Preconceito, então eu não tenho ninguém pra dividir minha felicidade... Pelo menos eu tenho um blog! HAHAHA

Todo mundo (com quem eu falei sobre) acha essas histórias chatas, mas eu as acho sensacionais! Elas são mais humanas e reais do que robôs dominando o mundo e coisas do tipo (nada contra robôs dominando o mundo, eu também gosto deles). Tudo bem, eu sei que não sou normal. Simplesmente não entendo como eu posso ir tão bem em cálculo enquanto o povo se mata. Mas onde está a parte legal de ser normal? Ela não existe!

Bom, acho que é só isso. O soneto 116 abre esse post porque ele é relevante no enredo de Razão e Sensibilidade e também porque é lindo (eu acabei decorando ele... =P)!

4 comentários:

Adriana Sales Zardini disse...

Não se sinta só!! aqui no Brasil tem muita gente que gosta de Jane, inclusive rapazes!

Venha para nossa lista de discussão! www.jasbra.com.br

Tsuneichi disse...

A Jane Austen é a que curte títulos "Alguma coisa e Outra coisa" neh?
Não sei se é dela mas Desejo e reparação (eu sei que o título original eh Attonement, portanto foge a regra..) é sensacional

laissa_barros disse...

nina é mio piegas dizer isso pra vc mais eu tbm amo jane haushasuashasuasas

Nina disse...

hauhauha claro q vc ama, la! nós somos a mesma pessoa!! =PPP